Futebol de ontem e sempre. Porque o passado tem um caráter de permanência, acabamento e constância. É a inércia constituida, absoluta determinação, algo irreparável que tem de ser uma espécie de mundo morto e crepuscular que apenas existe preguiçosamente, indolentemente, numa total frouxidão e em repouso, como "aquilo que não pode impedir-se de existir". Por Paulo Perdigão em "Anatomia de uma derrota"